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RELAÇÃO ENTRE A DISPONIBILIDADE HÍDRICA E INDICADORES CLIMÁTICOS NA BACIA DO RIO MURIAÉ, SUDESTE DO BRASIL

Documento

  • Eduardo Cochrane Novo, Msc, 2025
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Informações da Dissertação

Título

RELAÇÃO ENTRE A DISPONIBILIDADE HÍDRICA E INDICADORES CLIMÁTICOS NA BACIA DO RIO MURIAÉ, SUDESTE DO BRASIL

Autor

Eduardo Cochrane Novo

Resumo

O presente estudo investiga a relação entre indicadores climáticos e a disponibilidade hídrica na Bacia Hidrográfica do Rio Muriaé, situada entre os estados do Rio de Janeiro e Minas Gerais, a partir de séries históricas de precipitação e vazão de 1961 a 2020, disponibilizadas pela Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico e pelo Instituto Nacional de Meteorologia. Os dados de precipitação apresentaram falhas nas séries diárias que, por sua vez, não foram preenchidas, em consonância com o preconizado pela literatura e pelos órgãos responsáveis pela geração das informações hidrológicas. As falhas em nível mensal, quando possível, foram preenchidas a partir da correlação entre postos vizinhos. Os indicadores climáticos selecionados foram a precipitação média mensal, a precipitação anual total, o número máximo de dias secos consecutivos sem chuva e o índice de anomalia de chuva. Os resultados evidenciaram que o tamanho e os anos de início e fim das séries de precipitação têm influência nos cálculos dos indicadores e conduzem a tendências observadas distintas, quando comparados com estudos anteriores. Identificou-se o ano de 1963 como extremamente seco e que a década de 2001–2010 variou entre chuvosa a muito chuvosa. Na última década (2011–2020), observou-se o retorno ao padrão da bacia, qual seja, variando entre seco e muito seco, com destaque para o período entre 2014 e 2017. Foi possível verificar que o mesmo período correspondeu ao de maior redução na disponibilidade hídrica, em consonância com a literatura. Ainda que a década recente tenha apresentado maior frequência de anos secos, os resultados permitiram inferir que não existe tendência de intensificação da estiagem. A principal dificuldade enfrentada na presente pesquisa foi o volume considerável de dados analisados e de informações geradas. Destaca-se a importância da descrição dos procedimentos adotados na geração das séries de precipitação, pois isso também pode conduzir a resultados distintos nas tendências. Cabe mencionar a lacuna na literatura sobre o tema, principalmente, sobre a utilização do número máximo de dias secos consecutivos sem chuva e do índice de anomalia de chuva para análise da variabilidade da disponibilidade hídrica ao longo do tempo. Conclui-se que a precipitação é o indicador climático que melhor explica a variação da disponibilidade hídrica. Sugere-se que estudos futuros considerem a análise da disponibilidade hídrica com foco nos períodos de seca, com os indicadores climáticos representativos do semestre e/ou trimestre mais seco. Outra possível linha de pesquisa é a avaliação do comportamento da disponibilidade hídrica frente aos fenômenos El Niño e La Niña e analisar as tendências observadas a partir dos indicadores de extremos climáticos.

Abstract

This study investigates the relationship between climatic indicators and water availability in the Muriaé River Basin, located between the states of Rio de Janeiro and Minas Gerais, using historical precipitation and streamflow series from 1961 to 2020 provided by the National Water and Basic Sanitation Agency (ANA) and the National Institute of Meteorology (INMET). The precipitation data contained gaps in the daily series, which were not gap-filled, in accordance with recommendations in the literature and by the agencies responsible for producing hydrological information. Monthly-level gaps, when possible, were filled based on correlations with neighboring gauges. The selected climatic indicators were mean monthly precipitation, total annual precipitation, the maximum number of consecutive dry days without rainfall, and the rainfall anomaly index. The results showed that the length and the start and end years of the precipitation series influence the calculation of the indicators, resulting in different observed trends when compared with previous studies. The year 1963 was identified as extremely dry, and the decade 2001–2010 ranged from wet to very wet. In the most recent decade (2011– 2020), a return to the basin’s pattern was observed, namely ranging from dry to very dry, with emphasis on the period between 2014 and 2017. This same period corresponded to the greatest reduction in water availability, in line with the literature. Although the recent decade has shown a higher frequency of dry years, the results indicate no trend toward the intensification of drought. The main challenge faced in this research was the considerable volume of data analyzed and information generated. The importance of describing the procedures adopted in generating the precipitation series is highlighted, as this can also lead to different results in trend analysis. There remains a gap in the literature on the topic, particularly regarding the use of the maximum number of consecutive dry days without rainfall and the rainfall anomaly index to analyze the variability of water availability over time. It is concluded that precipitation is the climatic indicator that best explains variation in water availability. Future studies should analyze water availability focusing on dry periods, with climatic indicators representative of the driest semester and/or quarter. Another possible line of research is to assess water availability behavior in the face of El Niño and La Niña phenomena and to analyze the trends observed through climatic extreme indicators.

Ano

2025

Orientadores

José Paulo Soares de Azevedo | Mônica de Aquino Galeano Massera da Hora

Anexos

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PEC

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